Carta para você, desconhecido.
Em uma das inúmeras letras que já compôs, Paula Toller começa dizendo “Abro com as mãos, te deixo olhar... te levo pra dentro devagar...” e inicio esta carta fazendo minhas, as palavras de Ms. Toller. Entre, pode olhar, você vai tomar conhecimento do que há de melhor e pior em mim...
Eu nem mesmo te conheço, aliás, o verbo conhecer é sempre mal empregado. Posso saber o seu nome, seu telefone e algumas outras informações superficiais sobre você, mas conhecer de fato o que se passa dentro da sua cabeça, quase impossível. Bem, quem se conhece a fundo? Quase ninguém. Todos nós podemos ser uma caixinha de surpresa para determinadas pessoas. E chega de filosofias por hoje, por favor.
Sem mais enrolações, quero te dizer que escrevo para deixar claro que não me importo de sentir você me desnudar com os olhos ou invadir meu íntimo com meu consentimento.
Verdade seja dita: gosto de me exibir, de ter seduzir ou te deixar repugnado com a minha sinceridade. Se quisesse apenas registrar o que vivo hoje, escreveria minha vida num simples diário a punho e o guardaria somente para mim. Se em algum momento te ofendi, lembre-se que pelo mesmo lugar que entrou, pode sair, certo?
Entre, fiquei a vontade. Não fique constrangido em poder opinar sobre o que eu penso ou vivo e não sentir desejo nenhum em fazê-lo. Porém, tenho a certeza de que provoco em você muitas sensações, sejam elas boas ou ruins. Esse sou eu, baby, você pode gostar ou não.
Agora, não venha me julgar por nada escrito aqui, ok? Escrevo o que sinto ou penso, porém, pode haver muitos sentimentos idealizados. Ou também tudo o que sinto podem estar deturpado, talvez eu não consigo transformar em palavras o que eu verdadeiramente se passe dentro de mim. Devido a isso, digo sempre a mim mesmo, um ser em [re]construção permanente, e a você que sempre vejo pelas ruas... “Hello, Stranger”.
Eu nem mesmo te conheço, aliás, o verbo conhecer é sempre mal empregado. Posso saber o seu nome, seu telefone e algumas outras informações superficiais sobre você, mas conhecer de fato o que se passa dentro da sua cabeça, quase impossível. Bem, quem se conhece a fundo? Quase ninguém. Todos nós podemos ser uma caixinha de surpresa para determinadas pessoas. E chega de filosofias por hoje, por favor.
Sem mais enrolações, quero te dizer que escrevo para deixar claro que não me importo de sentir você me desnudar com os olhos ou invadir meu íntimo com meu consentimento.
Verdade seja dita: gosto de me exibir, de ter seduzir ou te deixar repugnado com a minha sinceridade. Se quisesse apenas registrar o que vivo hoje, escreveria minha vida num simples diário a punho e o guardaria somente para mim. Se em algum momento te ofendi, lembre-se que pelo mesmo lugar que entrou, pode sair, certo?
Entre, fiquei a vontade. Não fique constrangido em poder opinar sobre o que eu penso ou vivo e não sentir desejo nenhum em fazê-lo. Porém, tenho a certeza de que provoco em você muitas sensações, sejam elas boas ou ruins. Esse sou eu, baby, você pode gostar ou não.
Agora, não venha me julgar por nada escrito aqui, ok? Escrevo o que sinto ou penso, porém, pode haver muitos sentimentos idealizados. Ou também tudo o que sinto podem estar deturpado, talvez eu não consigo transformar em palavras o que eu verdadeiramente se passe dentro de mim. Devido a isso, digo sempre a mim mesmo, um ser em [re]construção permanente, e a você que sempre vejo pelas ruas... “Hello, Stranger”.


14 Comments:
olha
eu n perderia nem meu tempo
ou talvez perderia
às vezes cansa neh?
o gente metida
ih ihi hih
Putz... adorei o texto, meu amigo. De uma sinceridade e idealização lindas. ;) meu abraço.
Adorei o texto!!!
É exatamente como me sinto com relação ao meu blog também!
beijos
Puxa, Muito bom é o seu Blog. Muito bom mesmo. Obrigado por me visitar. Volte sempre...
Jan...
Simplesmente incrível seu texto...
Mais propício para um Blog... impossível... rs...
Beijins...
A respeito do seu texto metalingüistico: Muito bom, convidativo, faz-nos parar para pensar sobre ele e sobre quão bom esse blog ainda pode ser. Até mais.
Desculpe-me, não me leve a mal, não me entenda como um bobo eufórico. Eu sou apenas um leitor que gostou muito. Depois de tanto comentar, eu quero dizer que eu passei por todas as suas entradas dessa página. Obrigado. Adorei a sua escrita, seu estilo. Gostaria de saber mais sobre você. Até mais.
Abrir com a mão, deixar olhar, entrar devagar....
Multiplos sentidos, rs!
eh conhecer a gente nunca conhece bem o outro... ou talvez nunca conheça realmente..
bjusss
Simplesmente ADOREI este seu post... É de uma singeleza cortante! Assumir sua posição em olhar e ser olhado. Ser o personagem e o espectador.
Bem, dei uma sumidinha pra reorganizar minha vida e reescrever a minha história, mas estou de volta.
Beijos.
A gente se expoe o tempo todo, seja pelo orkut, pelo msn ou por um blog... Então, não acho nada de mais expor nossas vidas e sentimentos. Claro que é só uma visão dos fatos, mas não deixa de ser uma visão...
Respondendo a sua pergunta... O que me chateou memso naquela noite foi a bicha invejosa. Como disse, percebi que não tinha rolado com o garoto com quem estava ficando e imaginei que ele estava com outro garoto na boate. Só fiquei realmente chateado ao quem era. Mas, aguas passadas... Vc tem toda a razão, o garoto não presta mesmo, se não não daria abertura a esse tipo de coisa. Bem, temos que falar no msn, tenho algumas novidades para contar... Bjs!
Oi estranho. Eu gosto dessa palavra, pelo fato de não achar nada estranho. Gostei muito do título e do desenrolar do seu post. E eu não cotumo fazer média, minha franqueza é na maior parte do tempo cortante. Julgar suas palavras? Não tenho vontade, minhas percepções são importantes em mim,mas fora, no mundo amplo é tão valiosa como a de qualquer um. Tb acho q não dá pra conhecer alguém , mesmo que viva o resto da sua vida ao lado dessa pessoa. Pq mesmo juntos, enquanto tu vive suas horas com seu temperatura, seus desejos e etc, ela estará vivendo as dela, sempre de dentro pra fora.Auto-conhecimento me parece mais possível e sensato. Eu me lembrei agora q tu disse: " Chega de filosofar". To parando tb, rs. Eu resolvi vir aqui na sua página pq eu tb fiquei imaginando q raio de gosto tem aspargo, rsrsrs.Aí vi seu coment dizendo o mesmo. Achei q seria legal comentar. Eu tenho um blog tb, é bem subjetivo. Dá uma olhada, comenta, fique a vontate pra ser sincero, eu gosto. Abraço e té mais.
Oi moço, eu voltei!
Poxa, gostei da sua idéia. Vou fazer também uma carta para um personagem anônimo, porém, bem conhecido rsrsrsrs
Te entendi (e muito bem).
Bjs Rafa
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